Saiba a diferença entre os tipos de água e balneabilidade

June 21, 2020

Descubra e entenda como essas divergências se aplicam no seu cotidiano. 

Tempo de leitura: 3 minutos

Conteúdo do texto: 

  • Introdução ao tema;

  • Água Potável;

  • Água dure e mole;

  • O que é uma Água de consumo;

  • Água de reuso;

  • Balneabilidade; 

  • Em que a QuímEJ pode me ajudar; 

No momento em que ouvimos a palavra "água" rapidamente associamos aquela do nosso cotidiano, filtrada com temperatura desejada e pronta para o consumo ou a que usamos para tomar banho, lavar nossas coisas, entre outros. Entretanto, você sabia que esse não é o único tipo de água? 

Muitos ainda acreditam que só existe somente a que bebemos e lavamos o carro.  Contudo, essa não é a nossa realidade em um mundo tão amplo e com tantas peculiaridades. Assim, temos o objetivo de hoje, te ajudarmos a entender suas diferenças.

 

Água Potável

 

Conhecido por nós como aquela do nosso dia-a-dia, é a que detém qualidade o suficiente para ser ingerida pelos seres humanos, tanto no preparo de alimentos como diretamente.

 

De acordo com a portaria do Ministério da Saúde n° 1469 de 29/12/200, no Art. 4°, para ser considerada água potável, esse recurso tem que atender alguns parâmetros, assim sendo definido como:

 

“I. Água potável: água para consumo humano cujos parâmetros microbiológicos, físicos, químicos e radioativos atendam ao padrão de potabilidade e que não ofereça

riscos à saúde”

 

 

Atualmente, a questão principal em torno da água para fins potáveis se refere à sua qualidade. Infelizmente, a maior parte dos recursos de água doce do planeta encontrados em lagos, rios ou águas subterrâneas, sofreram algum tipo de contaminação, quer natural ou causada pela ação do homem, e esta água não pode ser consumida sem tratamento.

 

No nosso país, a sua disponibilidade para o consumo humano apresenta grandes desigualdades. Desse modo, ainda tendo a existência de lugares no Brasil onde sistemas de abastecimento operam sem tratamento, impactando diretamente na saúde daqueles que a consomem.

 

Portanto, sendo algo tão fundamental para a nossa sobrevivência, é imprescindível a atenção e tratamento intenso que devemos dar a esse recurso, pois dependendo da qualidade original da água, um ou mais processos de tratamento devem ser aplicados, custeando mais.

 

Água dura e mole

 

A “dureza” na água para consumo humano está associada à presença de cátions metálicos, especificamente os íons cálcio (Ca2+) e magnésio (Mg2+).

 

Simplificando, uma água é considerada “dura” quando contém na sua composição valores significativos destes sais e “mole” quando os  contém em pequenas quantidades. Assim, as águas provenientes de zonas calcárias são mais duras do que as águas provenientes de zonas graníticas.

 

Sob o ponto de vista sanitário, as águas duras não apresentam inconvenientes. A presença de sais de cálcio e magnésio na água não representa risco para a saúde, pelo contrário, o cálcio e o magnésio são mesmo recomendados para o crescimento e são elementos saudáveis para os dentes e ossos e podem, inclusivamente, proteger o ser humano de algumas doenças.

 

Entretanto, a dureza da água se torna importante quando relacionamos a industria, já que esses saias podem se acumular dentro das tubulações e causar um imenso prejuízo. 

 

Como acréscimo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a dose diária de cálcio recomendada para os adultos, deve ser de cerca de 1000 mg, fornecido pela alimentação de produtos lácteos, hortícolas e cereais.

 

Água de consumo

 

Nem toda a água que existe na natureza é própria para consumo e isso todos sabemos. Mas se isso é algo tão comum, como saber se ela é consumível?

 

Para o consumidor, a qualidade da água é avaliada, numa primeira impressão, pelas suas características físicas. Assim, para que possa ser bebida, deverá ser clara (incolor), inodora (sem cheiro) e não ter qualquer sabor desagradável.

 

No entanto, uma água que apresente somente estas características pode não ser adequada para o consumo humano, visto poder, por exemplo, estar contaminada com organismos patogênicos.

 

Para poder ser consumida sem restrições deverá respeitar muitas outras exigências, não possíveis de avaliar sensorialmente. Pode se concluir, a água para consumo humano tem como requisitos de qualidade não pôr em risco a saúde, não causar danos nos sistemas de distribuição e possuir características que não afetem negativamente a sua aceitação por parte do consumidor.

 

A garantia da qualidade da água para consumo humano no Brasil está estabelecida pela Portaria n. 518 (BRASIL, 2004). Essa Portaria ressalta as responsabilidades, por parte de quem:

  • Produz a água;

  • Cabe o exercício de controle de qualidade da água;

  • Autoridades sanitárias; 

  • Os responsáveis pela missão de vigilância da qualidade da água e como também dos órgãos de controle ambiental.

 

Água de reuso

 

Como o seu próprio nome já denuncia, essa por sua vez se trata de uma água reutilizável. Por analogia, não se trata de nenhuma inovação, mas vem se tornando essencial para poder combater a escassez dessa matéria prima no nosso país e no mundo. Assim, ela se constitui por um conteúdo residuário, semelhante ao esgoto, existindo dois modos de a tratar, pelo reúso direto e indireto. Exemplificação:

 

Segundo a Resolução nº 54 de 28 de novembro de 2005, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), o reúso de água constitui-se em prática de racionalização e de conservação de recursos hídricos. Essa mesma resolução define água de reuso como: água residuária (esgoto, água descartada, efluentes líquidos de edificações, indústrias, agroindústrias e agropecuária, tratados ou não), que se encontra dentro dos padrões exigidos para sua utilização nas modalidades pretendidas.

 

Podendo assim ser destinada para:

 

  • Usos urbanos para fins potáveis e não potáveis: são inúmeras possibilidades e cada atividade exige um padrão diferenciado de qualidade;

  • Usos industriais: aproveitamento dos efluentes produzidos na própria indústria, com ou sem tratamento prévio, ou pela utilização dos esgotos tratados provenientes das estações de tratamento das companhias de saneamento

  • Usos agrícolas: a busca de fontes alternativas de água para a situação de escassez e o uso de esgotos tratados para irrigação de culturas são formas de reúso na agricultura.

  • Uso para aquicultura: esgotos tratados podem abastecer reservatórios destinados à produção de peixes e plantas aquáticas.

 

Balneabilidade

 

Sua definição básica se constitui em ser o indicador de qualidade das águas destinadas a recreação de contato, ou seja, que as pessoas utilizam e podem ser consumidas até um nível, ter contato direto por longo tempo, sem ser prejudicial.

Um exemplo mais visual são as águas de clube, natação ou até mesmo os chuveiros presentes na praia. Assim, para sua avaliação é necessário uma série critérios objetivos.

 

 

Estes por sua vez, se baseiam nos indicadores que monitoram essa água e esses, analogamente, são confrontados com padrões pré estabelecidos, para que se possa decidir se as condições de balneabilidade nesses locais serão aceitas ou não. 

 

"Segundo critérios estabelecidos na Resolução CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente – nº 274/00 vigente desde janeiro de 2001, as praias são classificadas em relação à balneabilidade e em 2 categorias: Própria e Imprópria sendo que a primeira reúne 3 categorias distintas: Excelente, Muito Boa e Satisfatória.Essa classificação é feita de acordo com as densidades de bactérias fecais resultantes de análises feitas em cinco semanas consecutivas. A Legislação prevê o uso de três indicadores microbiológicos de poluição fecal que são os coliformes termotolerantes, antigamente denominados Coliformes fecais, E. coli e enterococos"

 

Em que a QuíMEJ pode me ajudar? 

 

Por fim, mas não menos importante, vamos a nossa interferência. Como visto acima, há várias classificações para os tipos de água e o nosso primeiro objetivo era ajudar em diferencia-las. Assim sendo, como no caso da venda de água, a QuímEJ se propõe a realizar desde a arte do seu produto, o deixando com o rosto da sua empresa, até a analise da água. 

 

Que analogamente, é a nossa especialidade. Desse modo, o nosso estudo para realizar as análises em perfeito estado é completo, temos desde laboratórios muito bem equipados, professores capazes que nos dão auxílio e clientes satisfeitos com o nosso serviço. 

 

Mas não acaba por aí, além de todas essas coisas que podemos fazer, sabemos organizar os seu documentos, produzi-los e ajudar a atingir todos os critérios impostos pelas organizações responsáveis. 

 

Não perca essa oportunidade, venha para a QuímEJ, estaremos esperando! 

 

Fontes: Tipos de água; Água mole e Dura; Portaria do Ministério da Saúde; Ministério da Saúde; Água de reuso; Recursos HídricosBalneabilidade.

 

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